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Marco temporal: o duelo entre STF e Congresso e o que a Lei 14.701 significa em 2026

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VEXIA
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Marco temporal: o duelo entre STF e Congresso e o que a Lei 14.701 significa em 2026

Em setembro de 2023, o STF julgou o RE 1.017.365 (Tema 1031) e afastou a tese do marco temporal. Meses depois, o Congresso Nacional reagiu com a Lei nº 14.701/2023, que reinscreveu a exigência em lei ordinária.

O núcleo da controvérsia

A tese condicionava o reconhecimento de terras tradicionalmente ocupadas à comprovação de posse na data da promulgação da Constituição (5 de outubro de 1988). Para comunidades expulsas antes de 1988, a tese equivalia a uma segunda expropriação.

O que o STF decidiu

O Tribunal afirmou que o art. 231 da Constituição protege o direito originário dos povos indígenas às terras que tradicionalmente ocupam, independentemente de recorte temporal. A decisão teve repercussão geral.

A resposta legislativa

Ainda em 2023, o Congresso derrubou vetos presidenciais e converteu em lei o marco temporal. Foram ajuizadas ADIs no STF; em 2024 e 2025, o ministro Gilmar Mendes conduziu audiências de conciliação.

Implicações práticas

Empresas com ativos rurais em áreas em disputa vêm reforçando due diligences fundiárias e cláusulas de repartição de risco.

Fontes

Nota de transparência

Esta matéria foi produzida pela Redação VEXIA com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas verificáveis (decisões judiciais, leis, publicações oficiais e imprensa especializada). As fontes consultadas estão citadas ao final do texto.

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