Do balcão à nuvem: o Juízo 100% Digital e o novo cotidiano do processo eletrônico
Em outubro de 2020, o CNJ editou a Resolução nº 345, instituindo o Juízo 100% Digital. Cinco anos depois, o modelo está consolidado como padrão em grande parte dos tribunais brasileiros.
Como funciona
No Juízo 100% Digital, petições, intimações, audiências e sessões colegiadas ocorrem em ambiente virtual. A opção é, em regra, facultativa para a parte autora no ajuizamento e pode ser aceita ou recusada pelo réu na contestação.
As audiências acontecem por videoconferência, com gravação obrigatória. Documentos são protocolados por sistemas como PJe, eproc e Projudi, integrados ao Domicílio Judicial Eletrônico.
Impactos no cotidiano
Escritórios reorganizaram fluxos: automação de prazos, revisão de contratos de honorários e novos protocolos de segurança da informação. Segundo o Justiça em Números do CNJ, a produtividade média de magistrados cresceu de forma sustentada.
Zonas de tensão
O modelo ampliou o acesso à Justiça, mas expôs a exclusão digital. Tribunais têm respondido com salas de apoio, hubs em varas e convênios com Defensorias.
Fontes
Esta matéria foi produzida pela Redação VEXIA com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas verificáveis (decisões judiciais, leis, publicações oficiais e imprensa especializada). As fontes consultadas estão citadas ao final do texto.


