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VEXIA
Publicado em · 2 min de leitura
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O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), protagonizou um momento diferente de sua rotina no Judiciário durante sua passagem por Manaus. Para participar das comemorações pelos 50 anos do jiu-jítsu no Amazonas, o magistrado deixou a toga de lado e subiu ao tatame para compartilhar conhecimentos sobre a arte marcial.

Diante de uma plateia formada principalmente por crianças e jovens atletas, Fux demonstrou técnicas de movimentação, equilíbrio e posicionamento, além de explicar um dos princípios fundamentais do jiu-jítsu: utilizar a força e o movimento do próprio adversário para criar vantagem durante o combate.

Ministro é praticante há quase cinco décadas

A relação de Luiz Fux com o jiu-jítsu começou há quase 50 anos. Aos 73 anos, o ministro possui a faixa coral vermelha e branca de 8º grau, uma das graduações mais elevadas dentro da modalidade.

A experiência acumulada ao longo de décadas fez com que Fux não apenas praticasse o esporte, mas também se tornasse instrutor e incentivador da modalidade em diferentes ambientes.

Durante o evento em Manaus, o magistrado aproveitou a oportunidade para transmitir parte desse conhecimento às novas gerações de atletas.

Jiu-jítsu como ferramenta de disciplina

Para Fux, a relação com o esporte vai além da atividade física. Ao longo de sua trajetória, o ministro manteve o jiu-jítsu como uma prática associada à disciplina, concentração e equilíbrio.

Além de sua atuação no Supremo Tribunal Federal, Fux é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e possui histórico de participação em projetos sociais ligados à modalidade.

O magistrado também já ministrou aulas para integrantes de forças de segurança, utilizando os conhecimentos adquiridos no esporte em atividades de treinamento e preparação.

Esporte também é uma forma de relaxamento

Apesar da intensa rotina no STF, Fux mantém o jiu-jítsu como uma de suas principais formas de relaxamento.

A prática acompanha o ministro há décadas e se tornou uma atividade paralela à carreira jurídica, que inclui passagens por diferentes funções no Judiciário brasileiro até chegar à Suprema Corte.

A participação em Manaus reforçou justamente esse lado menos conhecido do magistrado: longe dos processos e dos julgamentos, Fux mantém uma ligação profunda com o esporte que pratica há quase meio século.

Durante o evento que celebrou cinco décadas de jiu-jítsu no Amazonas, a presença do ministro no tatame chamou atenção dos participantes e mostrou uma faceta diferente de um dos integrantes da mais alta Corte do país.

Nota de transparência

Esta matéria foi produzida pela Redação VEXIA com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas verificáveis (decisões judiciais, leis, publicações oficiais e imprensa especializada). As fontes consultadas estão citadas ao final do texto.

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